Uma juíza de 45 anos foi morta a facadas, pelo ex-marido, Paulo José Arronenzi, 52 anos, na véspera de Natal, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O revoltante caso de feminicídio ocorreu na frente das três filhas pequenas do casal.

FEMINICÍDIO

O caso ocorreu na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro | Reprodução

Juíza é morta a facadas pelo ex-marido na frente das três filhas pequenas

Juíza chegou a ter escolta com dois carros de segurança, mas a vítima assinou um termo dispensando a proteção

 sexta-feira, 25/12/2020, 14:37 - Atualizado em 25/12/2020, 14:37 -  Autor: Com informações do portal Extra

Em vídeo que circula nas redes sociais, é possível escutar os gritos das crianças — gêmeas de 7 anos e uma de 9 anos — clamando para que o homem parasse de golpeá-la. As informações são do Extra. 

De acordo com a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o ex-companheiro já havia sido enquadrado na Lei Maria da Penha após denúncia de Arronenzi em setembro deste ano, quando ela terminou o relacionamento e foi ameaçada de morte pelo homem.

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A juíza chegou a ter escolta com dois carros de segurança. No entanto, a vítima assinou um termo dispensando a proteção.

Em comunicado, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) "lamentou profundamente a morte da juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, vítima de feminicídio na Barra da Tijuca nesta quinta-feira (24/12)".

CARREIRA

Em sua carreira pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRM), Arronenzi atuou em decisões importantes na 16ª Vara de Fazenda Pública, como no afastamento de Rubens Teixeira do cargo de presidente da Companhia Municipal de Limpeza Ubana (Comlurb) em janeiro de 2018, e na proibição, através de uma liminar, de o governo do Rio oferecer mais dinheiro para Concessionária Rio Barra S.A., responsável pelas obras da Linha 4 do metrô do Rio, naquele mesmo mês.