Imagem meramente  ilustrativa

Jacareacanga  –  Causou certo rebuliço,  curiosidade, medo e alimentou  fortes comentários na sede do município, um satélite artificial  de comunicação que se precipitou precisamente em um local  ermo  (Ainda bem!),     próximo ao km 50, sentido Jacareacanga  /  Itaituba causando danos somente no equipamento produzindo um amontoado de peças retorcidas devido a queda livre que sofreu.


Componentes do satélite que se precipitou sobre o município de Jacareacanga

Mesmo sem uma avaliação oficial de entidades envolvidas com a comunicação, que se propaga para apoio a integração social do povo da Amazônia, conjecturas surgem a todo momento.

Decerto que nossa Amazônia entre suas lonjuras torna-se uma  área remota e distante dos grandes centros, e muitas vezes  para se evitar mais custos com cabeamento ou despesas com outros aspectos físicos para empresas de   transmissão a propagação da  comunicação se obriga ao uso de alternativas para se otimizar esse trabalho, por tal, pode ser que o satélite fosse  empregado  e utilizado para incrementar a funcionalidade com sua finalidade especifica em comunicação. Sabe-se que  nesta região remota que é a Amazônia, como forma de diminuir os custos como ja foi dito de investimentos para a transmissão de dados, sons e imagens,  algumas operadoras de telecomunicação, utilizam-se de processos alternativos para a economicidade do investimento. Faz-se lembrar que empresas como  sky, Claro,   entre  outras  de assinatura, bem como  uso de  empreendimentos de propagação de sinais para conexão de  internet, fazem uso como intermediário ou ponte,  da utilização de satélites, uma vez que para  transmissão  de dados digitais torna-se menos oneroso essa utilização  que utilizar-se de para a transmissão  do sistema de cabeamento.

É comum uma cidade inteira ficar sem a conexão com a Internet, e que depois de fartos   reclames a justificativa já se torna rotina: -Caiu uma torre com as fortes chuvas, ou se precipitou uma arvore centenária sobre os cabos de transmissão. O satélite evita isso, mas, como visto, vez em quando despenca!

Na imaginação fértil de pessoas que vivem no trabalho clandestino de garimpagem e extração ilegal de madeira cabe bem a desconfiança que seria um satélite espião para monitorar  essas atividades, lembrando que para monitorar essas atividades clandestinas existe o Sistema de Vigilância da Amazônia SIVAM que executa esse trabalho, com um sistema de vigilância  mais solido, sofisticado, caríssimo e mais eficiente sem se ter mais dados sobre o mesmo  pois trata-se de um sistema estratégico para a segurança e soberania da nação.

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