JACAREACANGA, 20.12.022 - Caiu por terra a escassez, sovinice, ou expertise da Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Educação e Desporto, no que tange ao pagamento do abono salarial, que fazem jus os profissionais e servidores de apoio da educação e que, estranhamente, estaria sendo-lhes negado ou subtraído.  Um Relatório Técnico Contábil eivado com imprecisões em sua informação partindo até da confissão manifestada pelo assessor contábil da PMJ que declarou na conclusão do Relatório ao referir-se a inexistência de sobras de recursos para rateio até à data de 20/12 com a finalidade de demover o pessoal da educação do beneficio: “Mas, acreditamos que o índice de gastos ficará dentro deste patamar” – Sic. Patamar esse que constou na cópia do Relatório apresentado ao Conselho do FUNDEB e SINTEPP do município.

      Considerando o minguado investimento,  na educação devido o ano pandêmico, a decepção dos integrantes do Conselho, Sindicato, profissionais da educação foi intensa, pululando indignação por toda extensão do município.  Um misto de surpresa e indignação pela inexistência de recurso para rateio, não havia como entender esse artificio!  vez que despesas foram minimizadas, devido aulas remotas. Ocorreu ensaio de revolta de membros da educação indígena, que protestaram em frente a Secretaria de educação.

            A onda de critica à gestão do Prefeito Valdo, cresceu se estendendo desde o calote anunciado do abono, até pedindo a cabeça do Secretário e a cúpula da Secretaria de Educação;  como  bola de neve aumentava o descontentamento dos entes da educação e o Conselho do FUNDEB com o SINTEPP para defenderem seus assistidos contrataram uma assessoria contábil independente para fazer um levantamento paralelo ao da PMJ, ameaçando até contratar auditoria de resultados para verificar o emprego do recurso repassado para manutenção da educação. Tal situação criada, obrigou a PMJ novamente conversar com o Conselho do FUNDEB, já que o Conselho teria em mãos, valores já sinalizados pela Assessoria contábil independente que haveria sobras para o rateio.

            Ato seguido contrariando o  conteúdo do Relatório Técnico Contábil da assessoria da PMJ, foi reconsiderada a informação da inexistência dos recursos para rateio e constatado, que estaria disponível para pagamento imediato logo que equacionasse os problemas de entendimentos. Com essa informação houve um questionamento de uma pessoa que participava da reunião que indagou:

- Como é que vocês dia 23 de dezembro, disseram que não havia nenhum centavo pra pagar, e que já havia sido utilizado 71 ponto alguma coisa por cento em folha e não tem como pagar... e quando dá dia 17 de janeiro vocês dizem que sobrou 3.700.000 para rateio?

          Ao final do encontro em que o Sindicato e o Conselho saíram demonstrando certo contentamento com o resultado, estabeleceu-se os seguintes critérios para pagamento que será efetuado dia 28 de janeiro, cujo será pago por carga horaria, tempo de serviço com uma proporção de pagamento de 80% para os profissionais da educação e 20%  para todo o pessoal de apoio e esforço da educação (merendeiras, motoristas vigias, auxiliares de serviços gerais etc).     Mais que justa a decisão!

            O que resta de tudo isso é a pouca seriedade com que foi tratada a questão ou a inabilidade funcional de quem conduziu o processo e entende-se que o corpo da Lei de Gerson pode ter influenciado e se fez presente no processo.

             Como se conhece o caráter de homem sério do Prefeito Valdo, tem gente de seu próprio governo, fazendo com que seja refém de coisas erradas que absolutamente,  atinge  em cheio a cara do  povo.