Imagens e vídeos extraidos da web

JACAREACANGA  (14.02.2022) A Terra Prometida não é aqui! vociferava indignado um homem, um ancião, garimpeiro de profissão  evangélico de devoção, e agora assombrado e sem reação, quando soube pelo radio transceptor que suas  carcomidas máquinas pela ação do trabalho e do tempo, que funcionavam  sob a atenção e cuidado de um mecânico especialista em gambiarra, agora descançavam eternamente  calcinadas por  bombardeio furioso da Guarda Nacional. No rádio ainda o pobre garimpeiro dos altos de seus setenta anos dos quais mais de cinquenta  como garimpeiro dava instruções para seu interlocutor: -

Ciço, corra aí, fale pra Concy  que meus documentos estão guardados no "Fuscão" dela  na gaveta da balança, se forem extraviados estou lascado... eles podem tocar fogo!

-Irmão,  o primeiro que meteram fogo foi o "Fuscão" dela,  queimou tudo, so restou o torrão!

Para que um Matusalém ou dinossauro quer documentos se sepultaram alí sua ultima oportnidade de ter uma vida mais facil, talvez feliz? Destruiram tudo o que tinha  depois que vendeu  sua Vila de quartos que possuia para comprar seus maquinários, com a promessa para sí mesmo que seria a última vez  entraria para o garimpo, por, suas  pernas não suportarem mais suas andanças e luta na atividade garimpeira e devido que lhe faltava uma "berota" para acabar de quitar os maquinários, pois a venda  de sua vila coletiva não completou em sua totalidade o valor dos maquinários. Neste instante, o velho crente, extraído à ferro e fogo de seu trabalho, retornará a Itaituba e ja se preocupa aonde irá morar pois um quarto de sua vila onde está escrito com frase que conspira contra o português DEUS E BON O TENPO TOUDO, DEUS PROVERAR, era o local de sua zona de conforto quando retornava com suas forças exauridas de tanto esforço desprendido nos barrancos  da vida.

Acabou um pouco mais a vida do velho crente  que hoje pode até conspirar  contra sua fé, perguntando-se o porquê  Deus permite isso?

Recrudesce na região adjacente à Jacareacanga a atividade repressora da Força Nacional com a chancela  do  Organismo Ambiental Brasileiro, com força, fúria e fogo, inclusive com o emprego de bombas incendiárias  de contato que calcinaram  maquinas, barracos e em um amplo aspecto, destruiram sonhos.

O  Portal Zacarias https://portaldozacarias.com.br/ do vizinho estado do Amazonas  dando ampla cobertura  no trahbalho de contenção ambiental noticia o seguinte: 


"Jacareacanga ao sudoeste do Estado do Pará, amanhaceu, neste segunda feira, tomado por forças de segurança composta por agentes da FNS, PF, IBAMA que visa coibir o garimpo ilegal em terras indígenas. Essa operação, foi autorizada na última sexta-feira, pelo Ministério da Justiça.

 


Jacareacanga tem sua economia baseada no extrativismo mineral e vegetal e já sente grande impacto econômico, já que a cidade vive quase que exclusivamente dos garimpos das redondezas. No centro da cidade, algumas pessoas estão sendo abordadas, tendo seus carros e motos vistoriados por agentes da Força Nacional de Segurança.

O aparato policial, conta com vários veículos, aeronave da Força Aerea Brasileiro – FAB, helicopeteros do IBAMA e PF completam o esquema logístico da operação que deverá durar pelo menos 30 dias. A aeronave da FAB, além de trazer agentes federais, trouxe também equipes de apoio de solo. Essas equipes, estão realizando as instalações de tanques de querosene, para abastecer os helicópteros que estão realizando operações em áreas garimpeiras.


O Ministro da Justiça, Anderson Torres autorizou nesta semana o envio de homens da Força Nacional de Segurança Pública para o Pará. O objetivo da missão é combater o garimpo ilegal em todo o estado do Pará. Ainda na manhã desta segunda-feira, as operações iniciaram às margens do rio Tapajós, nas proximidades da comunidade de Mamãe Ãna e outros garimpos em Jacareacanga e na região sudoeste do Pará.

Um vídeo, supostamente gravado por garimpeiros, mostra duas máquinas tipo PC que são largamente usados em garimpos ilegais, sendo destruídas logo após um helicóptero sobrevoar um garimpo. Até o presente momento, não houve nenhum tipo de manifestação, nem da classe garimpeira que está organizado em associação, e nem dos indigenas que são favoráveis a garimpagem em suas terras."