ITAITUBA-PA (29.03.2022Conrado Wolfring, Delegado de carreira da Policia Cívil do Pará, licenciado para exercer cargo eletivo na Câmara de Vereadores do Município, controverso por natureza, sempre raramente,  reunindo em torno de si assuntos ou discussões que visem beneficiar a municipalidade ou coletividade onde organiza-se socialmente, comumente  andando na contramão de assuntos edificantes e/ou progressistas em benefício de nossa região, notabilizando-se mais  por estabelecer em seus argumentos, falácias e censurar tudo aquilo que não teve sua participação e  anuência ou aprovo. Esse é o Vereador Conrado Wolfring  que perde por tal razão,  oportunidade em  aprovar em plenário seus escassos projetos através do apoio em votação de seus nobres pares, como também ao rebelar-se contra os outros colegas de parlamento, não contribui em votação alguma, sendo classificando em sua atuação no Poder Legislativo como um pêso morto que em nada provoca efeito positivo, tornando seus argumentos em plenário inócuos e não produzindo efeito algum, apenas  corroendo o tesouro municipal com as subvenções que faz jus como Vereador mesmo que seja o edil com menor avaliação parlamentar do município.

Me reportarei sobre  o veículo de sua  propriedade, que estaria conduzindo, apreendido pelo Detran nesta manhã, em frente a Câmara Municipal, por problemas de ordem documental. Para brindar brindar o leitor do Site  Rastilho de Pólvora, inicialmente, não com os fatos da apreensão do veículo, mas, para que seja conhecido um pouco mais,  em curto comentário como é na verdade as ações de trabalho do controverso   Conrado Wolfring que deveria saber que antes de se jogar pedras no telhado alheio verifique  a estrutura do telhado que se abriga.

Após a lotação em concurso público, uma das primeiras cidades que fora lotado, foi Jacareacanga, onde o Senhor Delegado tido como uma pessoa séria e rigorosa amealhou mais inimizades que picadura de piúm, ja que a região é infestada desses insetos e o exibicionismo e nascisismo provocam inimizades.

Justiça seja feita, mas não se registrou por parte do Delegado em Jacareacanga o que muitas vezes é contumaz em regiões longínquas, que é a cronicidade de extorsão ou pedido de propinas, no entanto o exacerbado exibicionismo do Delegado, em invadir ambientes festivos e logradouros públicos para dispersar os frequentadores com disparos a esmo de arma de fogo para amedrontar a galera, era uma constante. Alardeava  sem provas que todo entorpecente que chegava para distribuição na cidade e garimpos era traficado por alguns empresários ricos da cidade sem nunca oferecer o õnus da prova. À época no Governo Raulien Queiróz, a Delegacia  precisando de funcionários como Escrivão Ad-hoc,  auxuliares de limpeza  que o estado não supria a necessidade de início não conseguiu o intento em o Governo Municipal contratar, partindo daí a onda avassaladora de falácias injuriosas, e caluniosas contra o prefeito, que estaria desviando recursos,  como faz contra o Prefeito de Itaituba transformando denuncias fazias como seu modus operandi de agir,   culminando em incentivar a ocupação de uma área reservada para  urbanização planejada da cidade por pessoas que ele considerava  sem-tetos.

Suas façanhas de trabalho sempre reprováveis, e atendendo reclames da população o Poder Legislativo iniciou gestões sucessivas  para a transferência e substituição de Conrado, e como o Delegado continuava seu ímpeto em causar rebuliço entre a municipalidade e meio politico e após exaustivas tentativas de transferir o Delegado, ocorreu um movimento popular que ganhou as ruas pedindo a saída sumária de Conrado Wolfring com faixas com dizeres FORA DELEGADO!, no mesmo dia para se parecer mais trágico quem cômico, ganhou as ruas a única  Viatura Policial  conduzida pelo próprio Delegado com crianças indígenas em cima (Crianças adoram passear de carro) com cartazes escritos... FICA DELEGADO!

Dia seguinte voavam para a capital do estado, 10 dos 11 vereadores para "peitarem" exigindo respeito a cúpula da segurança púbica estadual e com ameaça de ser requerido  uma audiência com o Governador para tratar do assunto, a cúpula da Policia Civil constatou a cagada que fazia mantendo Conrado em Jacareacanga.  Somava-se ao pedido da saída alem dos problemas que criava como Delegado a segurança do mesmo, pois  varios garimpos e pessoas desconhecidas gravitavam na sede do municipio  originarias dos garimpos onde por falta de policiamento nesses aglomerados humanos é instituido a Lei do Mais Forte, e como o Delegado era impetuoso em suas ações exageradas temia-se que fosse constrangido fisicamente justificavam alguns municipes.

A saída de Conrado de Jacareacanga foi imediata, depois tendo temporadas curtas em Itaituba, Rurópolis, Trairão, Novo Progresso deixando sempre esses municipios por problemas com a sociedade envolvente, pelo que se propagam comentarios  de dominio público. 

Autoritarismo foi visto no embate que teve o Agente do Departamento de Transito com o Delegado no momento em que seu veículo apresentando fila quilométrica de multas que atingem  meia dezenas de transgressão no trânsito em ato continuo foi rebocado. Ocasião em que revelando ausência de nobreza de caráter o Vereador esbravejava perguntando  o porquê dos agentes não apreenderem também os carros em volta que estariam também com os mesmos problemas que o seu?. Com seu gesto de encarar esbravejando a legalidade através do Agente  que não perdeu o controle e dominio de suas ações,  determinara a apreensão do veículo condicionado sua liberação ao pagamento das multas e regularização devida do veículo. 

Com o devido acatamento,  a contenda  mostra de forma inequívoca uma faceta do nobre Vereador que demonstra não ter dignidade para representar   a municipalidade, confrontando-se com um dos pilares do Estado Democrático de Direito que são as Instituições legalmente constituídas, como confrontou-se foribundo com um Agente  do Departamento de Transito do Estado do Pará, que apenas desenvolvia suas responsabilidades constitucionais.

Como disse, surge cada vez mais diminuto o grupo de apoio que visivelmente rareia e hoje está muito aquém do quantitativo de votos que angariou em sua eleição, perdendo o Vereador oportunidade ímpar de se projetar na politica e tentar um segundo mandado, pensando que sua gama diminuta e cada vez mais por suas homéricas peripécias, rareando,  jamais contemplará seu sonho irrealizavel por varios aspectos e entre esses de não ter apoio popular em habilitar-se em futura eleição municipal para o paço municipal como sonham duas centenas de eleitores que ainda deve reunir em torno de sí o Vereador.

Vereador Conrado, PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES gostaria de lhe dizer que não trabalho para o Valmir, não vivo sobre as expensas  dele, nem de suas Secretarias, não sou eleitor daqui, nem baba-ovo como você se refere aos seguidores dele; Na verdade tenho um Site dos mais acessados da região, não tenho anunciantes, não tenho finalidades economicas ou lucrativas, porem como analista politico existencial, falta muito, muito mesmo para você chegar do ponto de vista politico, estimado como Valmir Climaco. Censuro de pronto o ato  em Valmir  comemorar um grande feito por ser considerado o melhor prefeito da região, comemorando com fartos amigos que tem,  enchendo  a cara de 51 e ao interagir com seu público ter por seu estado etílico mandado muito mal falando com os frequentadores do ambiente onde extravasava sua alegria, e pergunto a Vossa Excelencia qual  a Cachaça que você tomou para denegrir e atingir covarde e diretamente a esposa, filhas e mãe (já falecida) do Valmr Climaco?

Repense um pouco mais suas atitudes Vereador, e recolha-se à sua minguada sigificância!

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Imagens extraidas da Internet.