JACAREACANGA, PA -13.05.2022 - Não tem jeito mesmo para quem acostumou a caminhar à margem da lei, distante das regras estabelecidas para o direcionamento normal da gestão administrativa  que  mesmo depois de severas denuncias, ainda concorre para o desrespeito crescente e já crônico pelo gênero humano. 

Tenta-se de todas as formas para não nos tornarmos cansativos e enfadonhos  aos nossos leitores, minimizar o rol de criticas e denúncias contra o Governo do Prefeito Valdo do Posto, e mesmo com varias incursões que  foram feitas junto ao Ministério Público de Jacareacanga, requerendo providências, não diminuem a onda  de ações da PMJ  que vulnerabilizam a  municipalidade e destacando-se em um patamar elevado, desrespeito pela lei e  desprezo pelo ser humano. Muito estranho se mostra o comportamento de membros do Poder Executivo  insistir  em compactuar com coisas que atentam contra a dignidade e vida do ser humano em  demandas  repetidas que fatalmente estão, ou estarão respondendo na justiça, depois de diligências e investigações  da Promotoria de Justiça do Município pelas  inúmeras denúncias que se avolumam no MP. Ao que parece se consideram acima da lei.

Dia 06 de abril p.p. com imagens estáticas e audiovisuais  requeremos ao MP  a Instauração de uma NOTICIA DE FATO, que foi prontamente deferida por sua Excelência a Promotora de Justiça, Doutora Lílian Regina F. Braga devido o inadequado e perigoso transporte de combustíveis e cargas junto com pessoas entre esses indígenas e professores não indígenas  em trecho de mais de 100 km em uma estrada esburacada e que pelos solavancos, criam-se meios até para favorecer atrito entre os vasilhames (Carotes) concorrendo para explosões o que seria uma fcatastrófico e que  verdadeiramente é uma situação que pode-se ocorrer mas que pode-se prevenir, porém a Prefeitura insiste em colocar a vida de pessoas em risco, mantendo a mesma  disposição de atendimento e distribuição.

Outra coisa que motivou a  Noticia de Fato foi  a distribuição  de combustíveis  sem a utilização de EPI (EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL) pelos atendentes do improvisado posto de distribuição, (um barco carcomido pela ação do tempo), e ainda a farta distribuição dos inflamáveis em pequenas embarcações dos usuários indígenas e professores com muitas crianças  e idosos amontoados e ao redor.

Mesmo que a Prefeitura não tenha ainda sido notificada pelo MP desse ilicito penal,  ao menos  os funcionários viram ou tomaram através da postagem do RP conhecimento; já  que são leitores assíduos do Site/Blog, do Protocolo da instauração do procedimento jurídico, postado no Site RP e consequentemente viralizado em grupos sociais...  tudo continua a mesma coisa, como  se não houvesse respeito também pelo Órgão Ministerial que tem uma caneta dura e que escreve e dita os rigores da lei também com acentuado rigor .

Do interior da Terra Indígena, através do WhatsApp  vem a mensagem abaixo de um professor,   tratando da irresponsabilidade do Poder Executivo, em continuar  fazendo a distribuição  inadequada de combustíveis insistindo em colocar em risco de morte seres humanos entre ate seus funcionários que atendem e os professores que se acotovelam em filas para serem atendidos. Transcreve-se na íntegra a mensagem recebida:

O sofrimento continua, em buscar de abastecimento os professores correm pra chegar em primeiro na fila, para seus carotes possam ser abastecido, os combustíveis que chegam parece que vem contado para atender quantidade de pessoas, na garagem quando chegar os carotes já ficam aguardando, onde é posto de posto de combustível nem se fala mais em Jacareacanga, parece que nem existe mais posto de gasolina em Jacareacanga.


QUEM PAGA MESMO POR ISSO?