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Quinta-feira, 16 de Abril de 2026
JACAREACANGA: POVO MUNDURUKU  ABANDONADO SONHA E DECLARA: ELES SÓ FIZERAM PROMETER! E AGUARDAM UM NOVO GOVERNO PARA O MUNICÍPIO

Economia
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JACAREACANGA: POVO MUNDURUKU ABANDONADO SONHA E DECLARA: ELES SÓ FIZERAM PROMETER! E AGUARDAM UM NOVO GOVERNO PARA O MUNICÍPIO

-Eras como podem deixar assim os povos indigenas? -Espero que o próximo governo seja aberto ao desenvolvimento do setor agrícola. -Bora produzir todos ganham

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JACAREACANGA(PA), 10NOV'23 - Com fortes reclames  de todos os recônditos das Terras Indigenas Sai Cinza e Munrukuku, que formam  mais de duas centenas de aldeias e uma população que beira a 15 mil seres humanos, da etnia Munduruku, engrossam reclames dos mais variados  sobre o abandono sofrido pelo Povo Indigena das atenções básicas de atendimentos atraves da Prefeitura Municipal de Jacareacanga, que variam de uma educação municipal, com escasso apoio pedagógico e didático, insuficiente merenda escolar nas aldeias e de qualidade duvidosa, sendo oferecido mais  enlatados e embutidos alimentos não tão apropriados para uma boa nutrição, ou um simples suco com bolachas Cream Craker, passando pelo sucateamento das escolas  que ainda são recuperadas em  contrário aos modelos adotados pelo MEC, com construção  em madeirame e cobertas com tenhas de fibrocimento, até chegar  na absoluta inexistência de qualquer ação de fomento à produção de renda  nas aldeias, com qualquer que seja  mesmo que seja  um simplório  ensaio à busca pela autossustentação do imenso grupo tribal à economia.

Reclamam os indigenas, que a Secretaria Municipal de Agricultura  apesar de ter em sua titularidade um indigena com  graduação em Engenharia Agrônoma, e uma razoavel equipe  de apoio, e ser munido de projetos agricolas para desenvolverem, não detém a Secretaria orçamento definido e garantido e nem financeiro para ao menos iniciarem um trabalho embrionário  para tentar mudar a situação  de dificuldades que o indigena aytravessa ja ha muito tempo, ainda  explorando roças de toco e minguando sempre sua produção para se praticar com o excedente formas de iniciarem ao menos um pensamento coletivo em se autossustentarem,  para que seja garantida mesmo que seja irrisória a segurança alimentar das numerosas familias que dependem exclusivamente de produtos de roças para sobreviverem, haja vista que recursos para aquisição de outros gêneros complementares entra no caminho da impossibilidade concorrendo para que muitos dos sofridos indigenas se enveredem pelo caminho de pedintes entregando suas almas aos politicos de plantão na ocasião em que  as dificuldades, e tambem muitas vezes a fome, faz gemer e chorar.  

Os indigenas se mexem apesar desse abandono, da Prefeitura Municipal que pouquissimo ou quase nada faz. Se utilizam, parasitando o sinal de internet dos Postos de Saúde, para trocarem ideias, tentarem se organizar, ja que tanto Prefeitura quanto a Funai andam de braços e abraços nadando na inércia e  nada buscam, se isolando e deixando o povo à míngua.

Desse abandono, tentam se organizar, criam personalidades jurídicas em associações de apoio à causa indígena e sempre o nada vem como resposta ja que procuram apoio e pouco encontram. 

Antes, uma Organização Não Governamental denominada Missão Batista gestada pelos Biere (Edit e Harold/Márcia) que como conciliadores lutavam e lutam ainda em defesa da coletividade indigena, ao contrário das atuais ONG´s ressurgidas com o Descondenado, que vira-e-mexe adentram de terra a dentro fragilizando e separando  parentes, familias, grupos sociais indigenas,  por pensarem diferente, agirem diferente, se posicionarem diferente,  criando  mais meios de desunião entre o povo de que facilitadores de uma conversão em um ideal em defesa da coletividade como um todo. 

Talvez a Missão dos Bieri tenha um modelo de convergir ideias e harmonizar o povo, de pacificar ânimos, devido ao respeito instituido que nutrem pelo Munduruku constituido em mais de 6 décadas, e sobretudo mesmo sem alterar a cultura do povo indigena, levar as boas-novas como  uma chama de esperança em uma vida futura menos sofrida  como a atual. Enquanto a Palavra-Viva é empregada, alem de apoios a semi-profissionalização de padeiros, costureiras entre outras atividades que tambem empregam,  outras  ONG´s recheiam  a cachola de muitas lideranças, com divisão entre familias, parentes nutrindo esses "conduzidos" por ideiais  ja tanto decantadas mas usuais, como dominadores que são, copiadas junto ao parlamento europeu, junto aos financiadores de suas viagens e lutas idealistas, mesmo  com o bucho cheio e a cachola tambem, maltrapilhos, rabos-de-cavalo presos e adeptos  da propagando do cigarro consul em que o "Canhotinha de Ouro" confundiu a todos instituindo a LEI DE GERSON, e criando meios para levarem vantagem em tudo... Tudo! 

Sintetizando em protesto vivo, e que mostra de forma inequívoca a revolta do povo indigena com seus  politicos, e o criminoso abandono pelo qual passam da Prefeitura comandada pelo contestado VALDO DO POSTO,  o presidente da  Associação Emunaéyó Haroldo Poxo  e seu Vice Rosivaldo Tawé, entrando em cena como colaborador preciso e necessário a Missão Batista dos Bieri e um ensaio de ajuda da SEDAP através do Tecnico Delival e Augusto que tentam expremer o estado para ajudar o povo indigena, coisa que o Prefeito não faz por desapego ao bom senso e responsabilidade.

comentaram os lideres da Associação o texto abaixo, cujo postamos na íntegra:

Lutamos com essa Prefeitura aí. Só fizeram prometer.  Nunca chegou uma semente no Sai Cinza só promessa... Viemos na Emater e na SEDAP em Belém e o núcleo da Emater com Delival é Augusto nos ajudaram. Com dificuldade estamos indo em frente. Espero abertura no próximo governo para ajudar o povo Munduruku em projetos de autossustentação tão necessário. Pedimos trator disque chegou, mas nunca foi para aldeia. Pedimos sementes de feijão, arroz e milho... mas nunca chega nas aldeias. Mandei para SEDAP Belém,  escritório em itaituba, nunca chegou nada... nem a piscicultura? Nada!  -Eras como podem deixar assim os povos indigenas???? -Espero que o próximo governo seja aberto ao desenvolvimento do setor agrícola. -Bora produzir todos ganham.

 

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“A DIFERENÇA ENTRE A PALAVRA CERTA E A PALAVRA QUASE CERTA, É A DIFERENÇA ENTRE O RELAMPAGO E O VAGALUME"

FONTE/CRÉDITOS: WAT/RP
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): WAT/RP
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