
BRASÍLIA/DF, 15Abr'2026 às 09hs12' - Uma reflexão direta, atual e sem rodeios vem ganhando força nas redes sociais e nos círculos maçônicos. O texto assinado por Arlindo Batista Chapeta, Secretário-Geral de Comunicação do Grande Oriente do Brasil, ultrapassou o campo institucional e passou a ecoar entre internautas, que não economizaram elogios à abordagem adotada pelo autor.
Ao tratar dos impactos da inteligência artificial e das novas tecnologias dentro da maçonaria, Chapeta reconhece os avanços e a utilidade dessas ferramentas. No entanto, é na advertência sobre o uso superficial e a dependência de conteúdos prontos que o texto ganha força — e foi exatamente esse ponto que mais mobilizou o público.
A repercussão foi imediata.
Internautas destacaram a coragem e a lucidez da análise, especialmente ao tocar em um tema que muitos evitam enfrentar com clareza. Nos comentários, o tom predominante é de reconhecimento:
“Parabéns pela coragem de falar o que muitos pensam e poucos têm disposição de expor.”
“Texto necessário. A maçonaria precisa mesmo resgatar o hábito do estudo verdadeiro.”
“Não é contra a tecnologia, é a favor do pensamento. Isso ficou muito claro e foi muito bem colocado.”
“Reflexão profunda e oportuna. Estamos vivendo exatamente isso.”
As manifestações reforçam que o conteúdo atingiu um ponto sensível: o risco de se substituir a construção do conhecimento pela facilidade das respostas prontas.
Outro aspecto bastante citado pelos leitores foi a defesa da vivência maçônica como elemento insubstituível. A valorização da experiência em loja, do debate entre irmãos e da formação construída ao longo do tempo aparece como um contraponto direto à mecanização do saber.
A crítica, feita de forma equilibrada, não rejeita a tecnologia — mas impõe limites claros ao seu uso. E é justamente essa linha de equilíbrio que vem sendo reconhecida como um dos maiores méritos do texto.
Em tempos de imediatismo e excesso de informação, a reflexão proposta por Chapeta surge como um chamado à responsabilidade intelectual. Um alerta de que pensar continua sendo um exercício individual, intransferível — e absolutamente essencial.
O reconhecimento vindo do público não deixa dúvidas: quando o conteúdo tem consistência, ele não apenas circula — ele repercute, provoca e se impõe.
Fica aqui o registro e o merecido reconhecimento ao autor, pela contribuição relevante a um debate que precisa ser enfrentado com seriedade, lucidez e compromisso com a essência do pensamento maçônico.
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