
JACAREACANGA/ITAITUBA(PA), 13fev'2026 às 17hs15' - Após deixarem mais de 50 mil garimpeiros — provedores do sustento de suas famílias — à própria sorte devido ao desmantelamento de áreas tidas como clandestinas, surge agora um inequívoco sinal de arrefecimento com essa classe produtora do 'vil metal'. Na verdade, 'vil' é a conduta dos que comandam a nação sob a batuta de um presidente contestado, que posa de 'bom samaritano' em épocas de eleição. Recentemente, duas matérias versam sobre uma suposta 'bondade governamental' para com os garimpeiros, até então tratados como bandidos pela estrutura petista.
Não conseguem disfarçar a patifaria de tratar o povo com molecagem e desprezo, oferecendo acolhimento apenas quando necessitam de apoio popular. Em ano eleitoral, o governo busca a reeleição sua e também de seus aliados para não perder o acesso à 'vaca leiteira' estatal. Noticiou-se a permissão para lavra garimpeira em Rondônia, com exclusividade para indígenas, e agora, após o governo ter destruído bens de consumo, equipamentos, máquinas, aviões e milhões de litros de combustível, por toda a Amazônia anunciam que cessarão a sanha destrutiva sobre as estruturas de trabalho. Todo cuidado é pouco diante da 'bondade do satanás'!"
A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (12), o projeto de lei que veda a destruição imediata de equipamentos de alto valor, como aeronaves, embarcações e tratores, apreendidos em operações de combate ao garimpo ilegal. O texto determina que, em vez de inutilizados, esses bens devem ser revertidos para aproveitamento social ou econômico.
A proposta de nº 3758/25 altera a Lei de Crimes Ambientais e o Código de Minas, estabelecendo que o patrimônio confiscado tenha destinos úteis ao Estado, como o leilão público (com verba destinada à recuperação de áreas degradadas), a incorporação ao patrimônio público ou a doação para instituições de ensino e pesquisa.
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