
Na sessão do júri popular desta terça-feira (3), o réu Benedito de Oliveira Lima (policial militar da reserva), foi julgado e condenado pela morte de Iran Cordeiro de Paula, na época com 70 anos. O crime aconteceu no dia 22 de abril de 2018. Benedito foi condenado por homicídio qualificado e furto qualificado a uma pena de vinte e seis anos dois meses e 20 dias de prisão.
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A outra ré, Luciana de Sousa Gadelha, então companheira de Benedito, foi julgada e absolvida da acusação de homicídio com clemência. Ela foi condenada, no entanto, por furto qualificado e recebeu uma pena de quatro anos de reclusão. Ele continuará preso e ela cumprirá pena em regime aberto.
Os acusados Benedito de Oliveira Lima e Luciana de Sousa Gadelha foram denunciados pela morte da vítima Iran Cordeiro de Paula. O crime aconteceu na madrugada do dia 22 de abril de 2018, no ‘Bar do Iran’, localizado na avenida Rodagem.
O Ministério Público do Estado do Pará denunciou os acusados pelos de homicídio qualificado por motivo fútil e meio que dificultou ou impossibilitou a defesa do ofendido (CP, artigo 121, §2º, incisos II e IV) em concurso material de material (CP, artigo 69) com o delito de furto qualificado (CP, artigo 155, §4º, inciso IV).
O caso
Segundo consta nos autos, os acusados estavam ingerindo bebidas alcóolicas no bar da vítima, sendo que no local havia outras pessoas, com o passar do tempo essas outras pessoas foram embora, ficando apenas os acusados e a vítima no local, sendo que o acusado teria pedido mais uma cerveja o que foi negado pela vítima, pois, iria fechar o bar.
Aproveitando que estavam sozinhos com a vítima passaram a agredi-la, principalmente na cabeça e ainda a arrastaram pelo chão, e, no dia seguinte a vítima foi encontrada no chão do banheiro do estabelecimento, além disso, seu celular foi encontrado em via pública e segundo a polícia foi o acusado quem teria jogado o aparelho celular do falecido foi o acusado Benedito.
