ITAITUBA/MORAES ALMEIDA(PA), 24Jun'2026 às 02hs19' - Uma ação da Polícia Militar resultou na prisão de um homem suspeito de envolvimento em um homicídio ocorrido no Garimpo Sudário, região garimpeira localizada na região garimpeira de Itaituba, sudoeste do Pará.
De acordo com informações constantes no Boletim de Ocorrência nº 00734/2026.100375-1, uma guarnição composta pelo 3º sargento S. Barros, Cabo Da Silva e Soldado Barbosa recebeu denúncias apontando que ANTONIO EXPEDITO BARBOSA MOURÃO, nascido em 19 de outubro de 1984, estaria escondido na comunidade Garimpo Alto Alegre, situada a alguns quilômetros do Garimpo Cabaçal.
Diante das informações, os policiais iniciaram diligências e se deslocaram até a localidade, contando com o apoio logístico de moradores da comunidade, que disponibilizaram meios de transporte fluvial e terrestre, além de orientações precisas sobre o possível paradeiro do suspeito.
Ao chegar ao local indicado, a guarnição conseguiu localizar e abordar Antônio Expedito. Segundo a Polícia Militar, ele não apresentou resistência à abordagem e prisão.
Durante consulta aos sistemas de segurança pública, por meio do Infoseg, os militares constataram a existência de um mandado de prisão em aberto sob o número 0001143-33.2017.8.10.0112.01.0001-24. Conforme os registros, o mandado refere-se a uma investigação de homicídio ocorrido no ano de 2017, no município de Poção de Pedras, no Estado do Maranhão.
Após a prisão, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Moraes Almeida, onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis. Posteriormente, ele deverá ser apresentado em audiência de custódia e permanecerá à disposição do Poder Judiciário, podendo ser transferido para a unidade prisional de Itaituba.
As circunstâncias do homicídio ocorrido no Garimpo Sudário continuam sendo investigadas pelas autoridades policiais, que buscam esclarecer a dinâmica do crime e eventual participação de outras pessoas no caso.
Do ponto de vista conceitual e jurídico, uma pessoa pode ser classificada popularmente como "matadora" ou "assassina" a partir da prática de um único homicídio doloso, ou seja, quando há a intenção de matar. O emprego dessas expressões não está relacionado ao número de vítimas, mas à conduta atribuída ao autor do crime, à motivação e ao modus operandi — expressão utilizada no meio jurídico e policial para designar a forma como o delito foi executado.

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