Uma família, com dois filhos menores diagnosticados com malária, expressa sua frustração:

"De que adianta o coordenador conhecer seu ofício se o prefeito Valdo nem na prefeitura aparece? Ele tem medo de encarar os fornecedores de serviços e materiais, que formam fila para receber o dinheiro que a prefeitura deve e não paga. Deixam a equipe de endemias no meio de uma guerra sem munição para entrar na batalha."

Focos urbanos da doença: O agravamento em Jacareacanga

A população se ressente da ausência do Prefeito em seu local de trabalho. Após ser reeleito em meio a denúncias de fraude eleitoral, Valdo do Posto parece ter retornado de forma ainda mais reclusa. A sensação é que, antes de exterminar o Anopheles, seria mais fácil exterminar a população que padece com a doença.

Há denúncias sobre viaturas inservíveis para a Coordenação de Endemias, falta de recursos humanos, combustíveis e outras necessidades essenciais. Allan Fabrine carrega o fardo pesado de comandar as ações de prevenção da malária, com seu vínculo de trabalho ameaçado a cada cobrança sobre a situação de suas atividades.

Um relato chocante de um morador, referindo-se a um veículo da coordenação, ilustra a precariedade: "Só quando tem Toyota Bandeirante, a Coordenação tem carro. Quando tem óleo diesel, o carro está sendo utilizado em outra atividade."s de combate e controle atuais, tornando impossível a criação de barreiras sanitárias eficazes. A malária, neste momento, encontra-se fora de controle, um cenário denunciado veementemente em redes sociais.

O Circo dos horrores da malária em Jacareacanga: um espetáculo de sangue e pânico!

O paraíso amazônico se transformou em um palco de pesadelos, e o mosquito Anopheles, o "Mosquito da Morte", é o astro principal de um espetáculo de terror que não dá trégua. Com a cidade infestada e a malária correndo solta, a população se pergunta: onde foi parar o dinheiro? Onde está o prefeito? Valdo do Posto, reeleito sob denúncias de "sufrágio de voto" (seja lá o que isso signifique), parece ter se evaporado, deixando seu povo à mercê da febre e do delírio. Seria ele um fugitivo da fila de credores que, segundo as más línguas, o persegue como um enxame de mosquitos?

Enquanto o prefeito está em "paradeiro desconhecido", como um personagem de filme de mistério, a cidade se rende ao "Vale dos Malarentos", um termo carinhoso, porém macabro, inventado pelos próprios moradores. A malária não se contenta mais em atacar apenas garimpeiros e ribeirinhos; ela invadiu a sede do município e se instalou confortavelmente nos focos de água parada, nos charcos deixados pela prefeitura e nos pântanos criados pela extração de areia. Até os porcos, os "cúmplices de quatro patas", contribuem para a sinfonia de zumbidos e picadas que atormenta a cidade.

No meio desse caos, surge a figura do coordenador de Endemias, Allan Fabrine Dias Santos, o "Guerreiro" que segura o rojão a todo custo, um homem de coragem, dedicação e... paciência de Jó! Ele comanda uma equipe de "soldados sem munição", que se deparam com um cenário de guerra sem recursos. É como se estivessem tentando lutar contra um dragão com um estilingue. Carros sucateados, as tres motos pelo que vem informações de Lacoste não montam uma,  falta de combustível, e intimidação presencial  do "olho da rua" a sub-gerente da prefeitura Suzy não dá trégua para quem não blinda Sua Excelência o Prefeito, transformam a missão de combater a malária em uma piada de mau gosto.

"De que adianta o cara conhecer o seu ofício se o prefeito nem na prefeitura anda?", desabafou uma família revoltada, que tem seus filhos diagnosticados com a doença. A indignação é palpável, a frustração é visível. Parece que a única coisa que está fora de controle em Jacareacanga, além da malária, é a gestão municipal.

E a cereja do bolo? O relato de um "malarico amarelado e tremendo que só Toyota Bandeirante", que revela a tragicomédia dos recursos. Quando tem carro, não tem diesel. Quando tem diesel, o carro está ocupado em outra atividade. É de chorar... de rir!

Enquanto isso, a população sofre. As famílias adoecem. E a pergunta que não quer calar: será que o prefeito Valdo do Posto voltará para enfrentar o problema, ou a solução para a malária de Jacareacanga será a mesma do seu paradeiro: um mistério que só o tempo, e talvez um detetive particular, poderá desvendar? O circo está armado e o espetáculo do descaso continua.