
04/10/2025
O oeste do Pará fechou o mês de agosto com saldo positivo na geração de empregos com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho. No total, a região registrou mais admissões do que desligamentos, com destaque para Juruti, Santarém e Itaituba, que aparecem entre os municípios que mais contrataram trabalhadores formais.
Juruti liderou o ranking regional com saldo de 131 novos postos de trabalho, resultado de 286 admissões contra 155 desligamentos. Santarém veio em seguida, com 122 empregos a mais, somando 1.803 contratações frente a 1.681 demissões. Itaituba aparece na terceira posição, com saldo positivo de 93, fruto de 745 admissões contra 652 desligamentos. Monte Alegre também teve bom desempenho, registrando saldo de 70 vagas.
O setor de serviços é o principal gerador de novas frentes de trabalho nos municípios que mais geraram oportunidades em agosto. Indústria e comércio aparecem em seguida como setores que contrataram mais trabalhadores no período.
Entre os municípios de médio porte, Rurópolis (46), Terra Santa (36), Novo Progresso (27), Belterra (17), Placas (13), Jacareacanga (11) e Oriximiná (9) também contribuíram para o saldo positivo, assim como Prainha e Mojuí dos Campos, que fecharam o mês com oito vagas a mais.
Por outro lado, alguns municípios registraram desempenho negativo. Óbidos apresentou o pior saldo da região, com 140 vagas a menos, resultado de 72 admissões contra 212 desligamentos. Alenquer também fechou o mês no vermelho, com oito vagas negativas, seguido por Aveiro, que registrou saldo de menos duas.
Os números mostram um quadro de recuperação gradual do mercado de trabalho no oeste paraense, mas também revelam desafios, já que parte dos municípios ainda enfrenta dificuldade em manter os empregos formais.
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Remendo RP
Comemorar o que mesmo? diante da reduzida onda de empregos na região, que beira a brincadeira sem graça divulgar levantamento oficial da catastrófica oferta de emprego na região Oeste do Pará, onde foram desvinculado dos garimpos da região mais de 15 mil pessoas, que hoje encontram-se sem vinculo de trabalho. Pior que o Governo no trabalho de desmobilizar as atividades garimparas, não preparou um plano estratégico alternativo para receber essa demanda previsivelmente reprimida de empregos e renda, que encontram-se desamparados nas zonas periféricas das cidades, mendigando o pão, muitos assaltando e se vinculando à oferta de comercio de entorpeceres e outros produtos ilegais - Walter Tertulino
